Dunya Rodrigues é uma artista visual multimédia e fotógrafa angolana. Após a sua formação em Fotografia e Direcção de Cinema, e de trabalhar em fotografia em Lisboa, teve a oportunidade de viver nas cidades de Luanda, de Kigali e no Dubai. Em 2018, apresentou no Memorial Dr. António Agostinho Neto, a sua primeira exposição individual, denominada “A Repartição”. Desde aí, continua a trabalhar como fotógrafa e gestora de projetos audiovisuais para diversas marcas e organizações.
Dunya Rodrigues
Júri de Angola
Neu Lopes
Júri de Cabo Verde
Neu Lopes é licenciado em Ciências da Comunicação – Vertente Multimédia e Audiovisual pela Universidade Lusófona de Cabo Verde (ULCV). Ainda jovem, publicou tiras de BD em jornais locais como “Artiletra”, “A Semana” e “O Cidadão”. Fez teatro, tendo fundado o Grupo Sarron na sua cidade natal, Mindelo, e desenvolvido o argumento de quatro peças teatrais que tiveram um destaque importante na crítica local. Participou em festivais internacionais de cinema, em Cabo Verde, como o Festival Internacional de Cinema de Cabo Verde e o Festival Internacional de Cinema Plateau, no qual, como realizador, recebeu os prémios “MOR” (Melhor Longa-Metragem de Ficção) e “Manuel d’Novas – Coração de Poeta” (Prémio de Melhor Documentário em Destaque e Revelação Nacional).
Joana Afonso
Júri de Portugal
Joana Afonso é doutorada em Desenho pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa (FBAUL), onde é docente. Faz também trabalho freelancer nas áreas de ilustração e banda desenhada. Pode dizer que faz BD desde a altura quando desenhou o argumento de Nuno Duarte no álbum “O Baile”, com o qual ganhou o prémio da Amadora BD 2013 de Melhor Álbum e os Prémios Profissionais de BD de Melhor Desenho e Cor. Foi autora em destaque no Festival Internacional Amadora BD de 2014, e mais recentemente, ganhou o prémio de melhor fanzine em 2021 com a BD “Bestiário de Isa”. Foi formadora na área de “Trabalhos Preliminares e Planificação” na primeira e na segunda edição do concurso BDPALOP.
Daniela Marino
Júri do Brasil
Daniela Marino é uma das mais proeminentes pesquisadoras de banda desenhada do Brasil. Com um vasto trabalho sobre BD feita por mulheres, questões de género e a “Mulher-Maravilha”, foi a única pessoa no Brasil a entrevistar Christie Marston, neta de William Moulton Marston, criador da “Mulher-Maravilha”. Daniela Marino também produziu uma história de BD e organizou o livro “Mulheres e Quadrinhos”, sobre a produção feminina no Brasil, tendo-lhe valido dois troféus HQMIX. Como coordenadora editorial do único site brasileiro dedicado exclusivamente à produção de quadrinhos de mulheres cis e trans, pessoas não-binárias e homens trans (Mina de HQ), participa regularmente da CCXP, uma das maiores comic cons do mundo.
Jorge Caetano
Júri de Moçambique
Jorge Caetano é formado em Belas Artes pela Academia de Haia (KABK), tendo vivido na Holanda durante cerca de vinte anos. Desde o seu retorno a Moçambique, em 2013, envolveu-se na curadoria de exposições, ensino de pintura e outras actividades que ligam a cultura às artes. O seu interesse em jornalismo e antropologia inspirou o seu percurso artístico, que gradualmente se concentrou na pintura, ilustração e BD. A sua obra mergulha no subconsciente social, investigando a sociedade através de uma lente surrealista que combina ciência e imaginação. Em 2022, publicou a sua primeira BD, “A Moça Mbique”, explorando ideias do filósofo Severino Ngoenha.